Projeto Socioambiental · Edital Petrobras · Macau e Galinhos / RN

Da maré às balsas: onde algas
viram renda e o mar respira.

O Algimare cultiva macroalgas Gracilaria com marisqueiras e pescadores do litoral norte do RN — gerando renda real, reduzindo o extrativismo e preservando o ecossistema costeiro.

Conheça o projeto

Uma iniciativa do Centro Ama-goa de Cultura e Meio Ambiente em parceria com a EMPARN, financiada pelo Edital Socioambiental da Petrobras.

Imagem — Hero / Balsas no estuário
Dobra 02 · O Projeto

Uma alternativa que nasceu
do próprio mar

Por gerações, as comunidades costeiras de Macau e Galinhos viveram da extração direta dos bancos naturais de algas, camarões e outros organismos marinhos. Uma relação legítima com o mar — mas que, com o tempo, começou a pressionar os estoques além do que o ecossistema consegue regenerar.

O Algimare nasceu para mudar essa equação. Não proibindo. Oferecendo algo melhor. Através do cultivo de macroalgas Gracilaria em balsas flutuantes, o projeto insere marisqueiras e pescadores em uma atividade produtiva sustentável, com protocolo técnico da EMPARN e ciclo de cerca de dois meses.

Executado pelo Centro Ama-goa de Cultura e Meio Ambiente, com apoio técnico-científico da EMPARN e financiamento da Petrobras, o projeto atua em Barreiras, Diogo Lopes e Sertãozinho (Macau) e no Distrito de Galos e em Galinhos.

Preservação não como sacrifício.
Como escolha que faz sentido econômico.

Imagem — Comunidade / Cultivo
Dobra 03 · Como Funciona

Da balsa ao produto:
como cultivamos a Gracilaria

Tecnologia acessível, ciclo de dois meses e processo inteiramente manejado pelas comunidades de Macau e Galinhos.

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Escolha das áreas de cultivo

Estuários e braços de mar com boa circulação de correntes, luminosidade adequada e água livre de contaminação — características naturais de Macau e Galinhos.

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Montagem das balsas flutuantes

Estruturas de canos de PVC, cabos de nylon e boias ancoradas no leito marinho. Simples de montar, duráveis e seguras para operar em estuários costeiros.

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Inserção das ramas de Gracilaria

Tufos de cerca de 20g são amarrados às cordas a cada 20cm. No primeiro ciclo, as ramas vêm dos bancos naturais; depois, das próprias balsas.

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Monitoramento semanal

A equipe acompanha o crescimento, remove organismos incrustantes e protege as balsas de predadores naturais como tartarugas marinhas e peixe-boi.

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Colheita manual após 2 meses

As algas são retiradas à mão e levadas ao galpão. Uma fração de cada balsa é reservada como muda para o próximo plantio.

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Processamento e comercialização

No galpão, a Gracilaria é lavada, pesada, seca e embalada — saindo como alga in natura, desidratada ou extrato líquido biofertilizante.

Cada ciclo de dois meses é acompanhado com biometria e análise da água pela equipe técnica da EMPARN.

Dobra 04 · A Gracilaria e seus Produtos

A alga que sustenta famílias
e alimenta indústrias

A Gracilaria é uma macroalga vermelha nativa do litoral nordestino. Por décadas foi extraída dos bancos naturais; o Algimare transformou essa relação: em vez de extrair, cultiva. Matéria-prima do ágar — presente em géis, espessantes e meios de cultura para as indústrias alimentícia, farmacêutica e cosmética — e insumo de biofertilizante para a agricultura familiar.

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Alga in natura

Gracilaria fresca, colhida e comercializada após a lavagem. Destinada a mercados locais, restaurantes e intermediários da indústria. Saída mais rápida e menor custo de processamento.

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Alga desidratada

Seca e embalada no galpão das comunidades. A desidratação amplia a vida útil e o raio de distribuição para a indústria de ficocoloides — ágar e alginatos.

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Extrato líquido biofertilizante

Obtido pela trituração das ramas. O extrato concentrado funciona como fertilizante foliar — conectando o litoral ao campo e abrindo uma segunda cadeia produtiva.

Três produtos. Três mercados. Uma espécie que o litoral
potiguar já conhecia há gerações.

Dobra 05 · Impacto

Preservação que gera renda.
Renda que preserva.

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a preencher

Famílias beneficiadas

Marisqueiras e pescadores de Macau e Galinhos que passaram a ter na algicultura uma fonte regular de renda.

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Ciclos de cultivo concluídos

Cada ciclo de dois meses reforça o modelo e reduz a pressão sobre os bancos naturais de algas da região.

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Volume cultivado

Produção gerada sem nenhuma extração adicional dos bancos naturais após o primeiro ciclo de plantio.

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Produtos comerciais

Linhas distintas a partir do mesmo cultivo: alga in natura, alga desidratada e extrato líquido biofertilizante.

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Comunidades abrangidas

Barreiras, Diogo Lopes e Sertãozinho (Macau) e o Distrito de Galos e o município de Galinhos (RN).

Cada família inserida no cultivo reduz na mesma proporção sua dependência dos bancos naturais. O Algimare não é só geração de renda: é alívio de pressão sobre um ecossistema que abriga espécies ameaçadas como o peixe-boi e a tartaruga marinha.

Dobra 06 · Pessoas

No litoral norte do RN,
são elas que plantam o futuro

As marisqueiras de Galinhos conhecem o mar antes de conhecer qualquer manual técnico. São elas que percebem quando a maré está propícia, quando as balsas precisam de atenção, quando é hora de colher. O Algimare não trouxe conhecimento de fora: trouxe tecnologia para dentro de quem já sabia, há gerações, como cuidar do que o mar oferece.

Imagem — Retrato / Marisqueiras

[ Preencher: fala direta de marisqueira ou pescador sobre o impacto do projeto — coletar nas comunidades ou em relatórios sociais. ]

[ Preencher: segundo depoimento — preferencialmente de um perfil diferente do primeiro. ]

O Algimare é executado por pessoas que têm o mar como identidade — e que aprenderam que cuidar do mar também é cuidar de si.

Dobra 07 · O Território

Macau e Galinhos: onde o
mar ainda guarda peixe-boi

Macau e Galinhos ficam no litoral norte do RN, em uma região de estuários, manguezais, lagoas costeiras e pesca artesanal que atravessa gerações. Galinhos é de acesso restrito — chega-se de barco ou por estrada de areia — o que diz muito sobre o isolamento histórico dessas comunidades.

As águas em que o Algimare atua não são cenário: são o sujeito da equação ambiental que o projeto resolve. Bancos de algas nativas, manguezais e a presença confirmada de peixe-boi e tartarugas marinhas nas mesmas áreas onde as balsas operam.

O projeto abrange cinco comunidades com vocação histórica para a pesca e a mariscagem — que encontraram no cultivo de Gracilaria uma forma de seguir vivendo do mar sem destruí-lo.

Mapa / Imagem — Território RN
Dobra 08 · Parceiros

Um projeto construído em parceria

Uma articulação que combina capacidade técnico-científica, financiamento de qualidade e enraizamento comunitário real. Cada parceiro cumpre uma função insubstituível.

Edital Socioambiental

Financiadora do projeto através de processo seletivo nacional. A aprovação no edital é, por si só, uma chancela de qualidade e relevância.

Pesquisa agropecuária

Responsável pelo protocolo técnico-científico de cultivo. Garante que cada etapa tem respaldo de pesquisa aplicada — ciência em campo.

Colônia de Pescadores

Parceira comunitária e beneficiária direta. Representa os pescadores e marisqueiras que cultivam, manejam e colhem a Gracilaria.

Centro Ama-goa

Executor do projeto. Responsável pela gestão, articulação entre parceiros, capacitação das comunidades e comunicação do Algimare.

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Projeto realiza minicurso gratuito de gastronomia com algas marinhas

Marisqueiras e moradores de Macau e Galinhos exploraram o uso culinário da Gracilaria cultivada nas balsas do Algimare.

Maio de 2026 · Leia mais →
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[ Preencher: segunda notícia ou atividade recente ]

[ Preencher: chamada da matéria — solicitar registro ao cliente. ]

Data · Leia mais →
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[ Preencher: terceira notícia ou registro de campo ]

[ Preencher: visita técnica, ciclo de colheita ou registro fotográfico. ]

Data · Leia mais →
Dobra 10 · Contato

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Estamos aqui.

Se você quer conhecer melhor o projeto, cobrir o Algimare como pauta jornalística, explorar uma parceria institucional ou saber mais sobre o cultivo de macroalgas no litoral do RN — fale com a gente. Respondemos pelo Centro Ama-goa de Cultura e Meio Ambiente.

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Macau / Galinhos — Rio Grande do Norte — Brasil

A decisão certa começa por entender o que
o mar pode oferecer quando é bem cuidado.

Imprensa / Parceria / Pesquisa / Outro
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